As marcas geralmente são suficientes. Essa é a mentira.
Os viajantes podem aderir a logotipos ou pontos de fidelidade por hábito. Uma heurística rápida. Agentes de IA? Eles não se importam com sua herança. Eles não gostam de um nome de companhia aérea específico.
O Grupo Expedia já está construindo um mecanismo de marketing voltado estritamente para esses algoritmos. A estratégia passa por B2A. Negócio para Agente.
Aqui está o problema. Os humanos usam o reconhecimento da marca para economizar energia mental. A IA tem energia infinita para queimar. Ele raciocina através de cada opção. Ele compara cada voo, cada segmento de hotel, cada faixa de preço sem vacilar.
A vantagem muda. A familiaridade com o nome evapora.
“Os agentes estão se tornando um novo público… em paralelo com os consumidores e as empresas”, afirma o CMO da Expedia, Jochen Koedijk.
Ele disse isso em Las Vegas esta semana. Em um painel. Não é um jogo substituto, ele insiste. Apenas uma trilha paralela.
Parece revolucionário? Veja os números.
Quase ninguém os está usando para reservar ainda.
Menos de 1,5%
Essa é a parcela de tráfego da Expedia proveniente da otimização do mecanismo de resposta, ou AEO. Uma pequena fatia.
Este é o futuro? Talvez. No momento parece um experimento de nicho. Mas as máquinas estão chegando. E quando chegarem totalmente carregados, buscarão utilidade, não vibrações.
Eles analisarão os dados. Frio. Duro.
O que acontece com a sua marca quando o comprador é um roteiro que não pisca?
Você pode ficar sentado. Ou você pode otimizar para um leitor que nunca dorme.
O relógio está marcando 1,49%.
