A costa oriental do Mediterrâneo sempre foi um prémio. Durante milhares de anos, esta faixa de terra entre o Egipto e Tiro foi sagrada para o Judaísmo, o Cristianismo e o Islão. É o berço de três grandes religiões. No entanto, é também um lugar definido pelo conflito.
Hoje, a região conhecida como Palestina inclui o Estado de Israel, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Este não é apenas um rótulo geográfico. É um local de profundo peso espiritual e intensa luta política. O próprio termo mudou de significado ao longo de três milênios. Colonizada pelos cananeus em tempos pré-históricos, mais tarde hospedou os antigos reinos de Israel e Judá. Impérios surgiram e caíram aqui. Assírios. Persas. Romanos. Bizantinos. Cruzados. Otomanos. Cada um deixou uma marca.
A Grã-Bretanha assumiu o controlo após a Primeira Guerra Mundial. Sob um mandato da Liga das Nações desde 1922, governou até 1948. Esse ano mudou tudo. Israel declarou independência. No dia seguinte, exércitos do Egito, da Transjordânia, da Síria e do Iraque atacaram. Eles perderam. O exército israelense permaneceu firme.
Por que visitar esta região apesar da política?
Viajar para a Palestina e Israel requer nuances. Não é um local típico de férias. É um lugar onde a história pressiona sua pele. Você caminha por cidades que foram conquistadas e reconquistadas. Você vê muros que dividem bairros. Você ouve orações em línguas que não mudam há séculos.
O custo da viagem varia. A acomodação em Jerusalém pode ser cara, especialmente perto de locais sagrados. Os albergues em Ramallah oferecem estadias acessíveis com vista para as colinas. A comida é barata e deliciosa. Hummus custa alguns dólares. A fruta fresca é abundante nos mercados. Os viajantes com orçamento limitado podem sobreviver com comida de rua e ônibus públicos. Os viajantes de luxo encontrarão hotéis cinco estrelas em Tel Aviv e Jerusalém.
O tempo é importante. Evite os principais feriados religiosos se quiser sossego. Páscoa, Páscoa, Eid al-Fitr e Ramadã trazem multidões e fechamentos. A primavera e o outono oferecem um clima ameno. Os verões ficam quentes. Os invernos podem ser chuvosos no norte.
Como navegar na Cisjordânia e Gaza
Visitar a Cisjordânia requer licenças. Os postos de controle israelenses controlam o movimento. Você não pode simplesmente entrar em Gaza. A faixa está bloqueada. O turismo é limitado e muitas vezes restringido por condições de segurança. A maioria dos visitantes concentra-se na Cisjordânia e em Israel propriamente dito.
Jerusalém é o epicentro. A Cidade Velha é pequena, mas esmagadora. Quatro bairros abrigam comunidades diferentes. Armênio, cristão, judeu e muçulmano. Cada um tem sua própria vibração. O Muro das Lamentações atrai milhões. A Igreja do Santo Sepulcro é um labirinto de escadas e incenso. A Cúpula da Rocha brilha sob o sol.
Ramallah serve como a capital cultural da Cisjordânia. É animado. Galerias de arte prosperam aqui. Os cafés fervilham de estudantes e ativistas. O Palácio Cultural Al-Hosn acolhe exposições. Verifique os horários de funcionamento. Eles mudam frequentemente.
Belém fica perto. A Igreja da Natividade afirma marcar o nascimento de Jesus. Está lotado de turistas. Vá cedo. Evite fins de semana, se possível. A atmosfera é tensa, mas acolhedora para visitantes respeitosos.
Quais sites realmente valem a pena visitar?
Não persiga apenas os marcos famosos. Olhe mais fundo.
Em Jaffa, Tel Aviv, passeie
























