Chase está finalmente construindo aquele saguão do aeroporto de Miami.
Acontece no Saguão E, próximo ao portão E7, ocupando 13.792 pés quadrados. É muito espaço para os passageiros esperarem desperdiçar.
Você sabe que o saguão E se conecta ao D da American. Você verá voos da American, Alaska, BA, Finnair, Iberia, Qatar e Aer Lingus passando por lá. Também Gol. Também Avelo.
Como Chase ganhou o aluguel? Eles superaram a concorrência com algo absurdo.
Um cofre de banco.
Chase apoiou sua proposta com um cofre que superava as outras ofertas. Claro, havia uma rubrica de pontuação envolvendo outros critérios. Não importava. A lacuna financeira era enorme.
O que o torna diferente
Se você já conhece os salões Chase Sapphire, você conhece o negócio. Acessível para titulares de cartões Reserve, Ritz-Carlron e JPM. Traga dois convidados. Titulares do Priority Pass de outros bancos ganham uma visita gratuita.
Mas a localização de Miami? Ele tenta algo novo.
Airport Dimensions, o parceiro que o construiu, delineou vibrações específicas. Não apenas a habitual salada reciclada e o bife cozido demais. Eles propuseram um Café Bar Cubano.
Eles também mencionaram um Miami Rum Bar.
Em uma vitrine personalizada, os hóspedes recebem um café rico e doce. Um ritual diário. Mais do que apenas cafeína, é uma herança em uma xícara.
Chame-o de La Ventanita. Ele imita aqueles quiosques nas calçadas onde Miami realmente mora. Fica ao lado da área de jantar principal.
Tarifa padrão? Ainda está lá. O famoso Sapphire Burger fica. Tigelas de macarrão. Roupa velha. O material seguro é sempre seguro.
O bar principal parece decente, chique de aeroporto de luxo padrão. A seção ‘Horizon Lounge’ tem grandes janelas. Padrão novamente. Mas a vitrine do café é o atrativo.
Quando abre
Dois anos. Quatro meses. Essa era a linha do tempo original.
Da premiação à abertura. Se o Chase tivesse vencido em fevereiro de 2020 – espere, a proposta presumia um prêmio em 2026 para um aberto em 2028. Essa matemática estava limpa.
A realidade é confusa. A premiação propriamente dita aconteceu em meados de julho. Isso empurra as coisas para trás.
Agora estamos olhando para 2029. Início de 2029, se estivermos otimistas.
Eles acham que um mês para avaliações do aeroporto é tempo suficiente. Depois, doze semanas para licenças. Depois, treze meses para construção. Otimista.
Airport Dimensions e Chase provavelmente fizeram um trabalho de design antes de receberem oficialmente a chave. As negociações de arrendamento começaram em março. Inteligente.
Mas não aposte as economias de sua vida em 2028. Atrasos acontecem. As equipes de construção entram em greve. As licenças ficam presas.
Provavelmente é 2029. Talvez seja cedo. Talvez tarde. Suponha que demore um pouco.
Os detalhes estranhos
Construir um lounge deste tamanho não envolve apenas espaço vazio. Trata-se de tirar as pessoas do caminho.
A American Airlines teve que mudar de escritório. 1.451 pés quadrados da sala de descanso dos funcionários desapareceram. E sua “Sala Sabre” de 52 pés quadrados? Também se foi.
A Duty-Free America perdeu mais de 1.700 pés quadrados de espaço de escritório.
Quem os substitui? 145 funcionários.
Principalmente trabalhadores horistas. O slogan de hospitalidade que eles estão usando? Apenas “PERSEGUE!” Simples. Imprudente. Eficaz.
O espaço parecerá corporativo, sofisticado e distintamente Chase.
Mas se você pegar um cafecito naquela janela… talvez você se sinta como a cidade lá fora.
Talvez.


























