Cidades-sede. EUA, México, Canadá. Eles conseguiram os fãs.
Eles entenderam o barulho.
Os anúncios locais viram uma onda de rostos internacionais. Os hotéis obtiveram melhores receitas por quarto disponível – RevPAR, como a indústria o chama. Todos os observaram.
Mas espere.
As cidades não-sede também estão avançando.
Na verdade, se afastando.
CoStar diz que os mercados não anfitriões viram o RevPAR crescer pelo menos 6% todas as semanas desde o início do torneio. Compare isso com as grandes armas? Na verdade, eles não estão muito atrás nesses 25 principais mercados. Mas o momento parece diferente aqui.
Multidões aparecem.
Grandes gastadores do exterior. O tipo de pessoa que pede bebidas caras e não olha a conta.
As cidades-sede enfrentaram dificuldades com as taxas de ocupação. Lutou muito.
A demanda de não anfitriões aumentou 1,7 ano a ano no final de junho. Um pequeno número talvez. Isso acrescenta.
“Os mercados não anfitriões estão superando as expectativas.”
Por que?
Os negócios do grupo nas zonas anfitriãs despencaram. Os organizadores os apertaram com força. Os preços ficaram estranhos.
Os fãs descobriram uma brecha.
Eles vão para algum lugar próximo. Em algum lugar mais barato. Os mesmos jogos na TV. Menos complicações. Mais diversão.
O efeito cascata atinge com mais força do que se previu.
Não se trata apenas de quem hospeda o jogo.
É sobre quem torna mais fácil assistir.


























