Um cidadão britânico foi preso no Aeroporto Internacional de Hong Kong (HKG) na segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026, após supostamente destruir vários quiosques de check-in e enfrentar acusações adicionais por posse de produtos farmacêuticos ilegais. O incidente levanta questões sobre a escalada da frustração em ambientes de viagem altamente estressantes e as rígidas leis sobre drogas em Hong Kong.
Detalhes do incidente
Aproximadamente às 6h, horário local, o homem de 35 anos teria derrubado e destruído cerca de dez quiosques de check-in de autoatendimento no Terminal 1, Corredor J, usando um poste de metal. A segurança do aeroporto e a polícia intervieram, levando à prisão do homem. Os danos incluíram quiosques e grades quebradas, interrompendo as operações do aeroporto.
Acusações duplas: vandalismo e drogas ilegais
O suspeito está detido por suspeita de danos criminais à propriedade, o que acarreta sanções ao abrigo da lei de Hong Kong. No entanto, uma busca em sua mochila também revelou quatro comprimidos de Viagra sem receita válida. Hong Kong classifica certos medicamentos como venenos da “Parte 1”, tornando a sua posse sem autorização uma ofensa criminal. Esta acusação secundária pode resultar em até dois anos de prisão e uma multa equivalente a cerca de US$ 12.800.
Histórico de viagens e motivos desconhecidos
O homem estava em Hong Kong desde novembro de 2025, aproveitando a isenção de visto concedida aos cidadãos britânicos para estadias até 180 dias. Ele estaria tentando comprar uma passagem aérea para deixar o país no momento do incidente. As razões por detrás da sua presença em Hong Kong, e o gatilho específico para a sua explosão, permanecem obscuros. As autoridades estão investigando se o homem passou por uma crise de saúde mental ou se outros fatores contribuíram para seu comportamento violento.
Implicações e resposta aeroportuária
A equipe da Autoridade Aeroportuária de Hong Kong respondeu rapidamente ao local, protegendo a área e iniciando uma investigação. O incidente sublinha o potencial de explosões imprevisíveis em centros de viagens lotados e a importância de manter protocolos de segurança. Embora nenhum passageiro tenha sido ferido, o incidente destaca o risco de escalada em tais ambientes. O suspeito permanece sob custódia enquanto aguarda novos procedimentos legais.
O caso serve como um lembrete de que mesmo infrações aparentemente menores podem levar a consequências graves no âmbito do quadro jurídico estrito de Hong Kong, especialmente quando combinadas com acusações criminais adicionais.
